01 março 2019

Polícia afirma que ainda não recebeu cópias das mensagens originais ligadas ao Seungri do repórter que expôs o caso.



O Departamento de Polícia de Seul ainda está esperando por uma cópia original das mensagens de texto ligadas a alegações sobre o Seungri do BIGBANG.

Em 26 de fevereiro, a SBS funE divulgou um relatório exclusivo com supostas mensagens de texto de dezembro de 2015, que teriam sido compartilhadas entre Seungri, CEO Yoo da Yuri Holdings, e um funcionário. Segundo o relatório, as mensagens de texto sugeriram que Seungri estava envolvido na busca de serviços de acompanhantes sexuais para investidores estrangeiros. No mesmo dia, o Departamento de Polícia de Seul anunciou que havia iniciado uma investigação sobre as alegações.

A YG Entertainment e a Yuri Holdings divulgaram declarações oficiais negando as alegações. Em sua declaração, Yuri Holdings afirmou que uma pessoa havia fabricado as mensagens de texto e as enviou aos repórteres para difamar tanto Seungri quanto Yuri Holdings. Seungri expressou seu desejo de cooperar plenamente com a investigação policial e, em 27 de fevereiro, passou por mais de oito horas de interrogatório.

Em 1º de março, surgiram relatos de que a polícia ainda não havia recebido uma cópia original das supostas mensagens de texto do repórter funE da SBS que publicou o artigo exclusivo. Uma fonte do Esquadrão de Crimes Especiais do Departamento de Polícia de Seul confirmou a notícia e explicou: “Solicitamos as mensagens KakaoTalk do repórter que foi o primeiro a relatar as alegações de serviços de acompanhantes sexuais envolvendo Seungri. No entanto, ainda não os recebemos.”

A cópia original das mensagens de texto é necessária para confirmar sua validade, especialmente porque tanto a YG Entertainment quanto a Yuri Holdings mantêm suas posições de que as mensagens foram fabricadas.

Fonte: 1

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